Após a interação nos mundos alternativos dos games, surge a necessidade de controlá-los. Como se não bastasse a possibilidade de se aventurar por outra vida e combater o mal, a diversão agora é criar mundos próprios, não apenas em texto (MUD), mas em interface. E bota diversão nisso. Eu nos meus belos 12 anos de idade passava, pelo menos, 5 horas por dia (nas férias, se possível) só jogando The Sims. E tenho certeza de que não estou sozinha na estatística. A minha explicação para este fenômeno é o fascínio pela possibilidade de criar toda uma cidade, uma casa, uma família da maneira como quer, e dar um rumo a tudo isso. "Brincar de deus". A participação neste tipo de jogo é, segundo o texto, ontológica e externa.
Diferente dos games de ação-aventura, na simulação não há perdedores ou ganhadores, mas experimentos. A intenção é criar e testar, ou, como o próprio gênero indica, simular. Não necessariamente os mundos e as personagens precisam corresponder com a realidade, não necessariamente tudo precisa dar certo, isso depende muito da vontade do jogador e das muitas possibilidades do jogo.
Civilization
Em jogos como estes, a evolução é infinita e perpétua. Você pára de jogar quando pára de jogar, não quando "zera" o jogo, como nos de ação-aventura. A interação, como já foi dito, ocorre "from above", externamente, mas ao mesmo tempo também ocorre internamente, pois o destino da personagem interfere no governo. Se você for um mau imperador em Caesar, pode ser destronado se os bárbaros invadirem o império.
Resumindo:
Simulação: jogos que simulam a realidade. Exemplo: Sim City 4
Resumindo:
Simulação: jogos que simulam a realidade. Exemplo: Sim City 4



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